
Colocar alguém dentro da sua casa para cuidar de um ente querido é uma decisão de extrema confiança. Além da questão técnica, existe a complexidade jurídica e trabalhista que muitas famílias ignoram até ser tarde demais.
O risco da contratação informal
Contratar um cuidador "por indicação" sem registro formal pode parecer mais barato no início, mas cria um passivo trabalhista gigantesco. Sem controle de horas, pagamento de horas extras e recolhimento de encargos, a conta final pode ser devastadora na justiça.
O modelo CLT direto
Registrar o cuidador é o correto, mas traz o ônus da gestão. Você se torna o empregador, responsável por escalas, substituições em caso de falta, férias e 13º. Se o cuidador faltar, você não tem plano B.
Agências Tradicionais vs. Gestão de Cuidado
Agências tradicionais muitas vezes apenas intermediam e cobram um ágio alto. O modelo de Gestão de Cuidado, como o da Cuidar+, oferece uma solução híbrida: responsabilidade técnica, gestão de escala e segurança jurídica, sem que a família precise virar uma empresa de RH.
O que exigir na contratação?
- Antecedentes Criminais: Item básico e inegociável.
- Formação Técnica: Curso de cuidador ou técnico de enfermagem.
- Referências Checadas: Ligue para os empregos anteriores.
- Protocolo de Emergência: O cuidador sabe o que fazer se o idoso engasgar ou cair?
A tranquilidade custa menos do que o risco. Avalie bem antes de decidir.